segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Ventania




Que a poesia se transforme em vento
Não numa brisa
Mas num vendaval
Com a velocidade de um furacão devastador
Que o pé de vento
Leve a palavra amor nas suas andanças
E a com toda força de uma tempestade
Em ebulição e destruidora
Com a rotação de mil  ciclones
Poemas s'encaixe nas trovoadas
Soltando faíscos e raios para todos os lados
Nos ares voando com massa de ar animadas
Felizes e alvoraçadas
Derrubando  e destruindo todas as barreiras do desamor
Devastando o desalento, arrogância
Desumanidade, solidão, o ódio, desunião....
Enfim, tudo que não deveria existir nos nossos corações
Chamem este furação de Vênus
Que está nos ares voando
Agitando com violência atmosfera
Acabando com  todas as guerras
Entre os povos da terra
Lavando com as águas do temporal
Ódio que se espalha como erva daninha
Entre os homens e mulheres
E deixando a paz com um sorriso de uma menina
E com alma dos anjos
Que a poesia se torne uma arma na luta da vida
Os versos sejam repletos d'união e rimas
Discursos de paz sejam oratórios em poemas
O  respeito com movimento PAZ e AMOR turbilhonado
Chegando em todos lugares
Espalham pelo mundo, terra e corações
E todos virem Poetas e Poetisas
E o furação Vênus permaneça voando nos ares
Em ventania


Isabel van Gurp



Fotos de Amsterdam  seus canais e bicicletas
Os cadeados de amor nas pontes
Com nomes dos apaixonados e suas chaves jogados nas águas dos canais









































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