sábado, 3 de maio de 2014

Amadurecer sem magia


Um dos lugares mais fantásticos na Holanda, é o Efteling. Um lugar mágico que todos contos se encontram, sorrisos e alegria. No Efteling você recebe o ingresso para ser criança novamente. A magia está nos campos, nas atrações do parque, no teatro, no carrocel mas esta mesmo dentro de nós quando podemos ser anjos novamente. 








Somos todos Reis e Rainhas
Quando essência é grande
O sangue é azul em nossa veias vermelhas passam
E somos nobres por descendência
Porquê somos ainda crianças
E a nossa herança e a nobreza da alma
O titulo de honra 
Esta quando acreditamos na vida e nas pessoas
Quando ainda meninas somos princesas e príncipes
Que constroem  castelos de areia
No faz de conta
De brincadeira
Somos puramente felizes nos nossos sonhos e esperanças
Não deveríamos nunca tornamos adultos
Para sempre ser crianças na identidade
Mas, eu ouvi que muitos anos muitos anos atrás
No mal dia
Uma bruxa muito má
Jogou uma praga em todas as crianças do Reino Terra
Que elas iam se tornar todas adultas para sempre
E o brasão infantil e ia desaparecer nos seus mundos
Quando se tornassem pessoas adultas 
E assim, amaldiçoou todos os súditos
Com essa designação deixamos de ver a pureza
A beleza
Em pequenos gestos
Esquecemos o encantamento de uma borboleta que voa ao redor no jardim
Não olhamos mais para as flores que morrem seguindo o ciclo da vida
No entanto, quando se tornarmos maduros para sempre não falarmos mais com anjos
Que sempre vem quando  ainda  somos curumins
Nem brincamos mais com os espíritos que estão sempre perto da inocência
Perdemos o sorriso sem culpa
Vendemos alma por pouco e não olharmos mais a estrelamim
Em noites de lua cheia
Quando fadas passam  pelas casas 
Abençoando todos com toque de magia
Teremos as nossas portas encerradas
Elas não poderão tocar as nossas almas e passarão direto sem forçar a tranca dos nossos sentimentos
E tão por pouco não podemos chorar sem motivos
E nas lágrimas escondemos com medo de ser fracos
E somos débil por não ter coragem de mostrar os nossas fraquezas e angustias
Que é tão comum em vidas individuais 
Em momentos de solidão
Contam que 
água cristalina que toda criança é
Será bebida pelo um monstro aos poucos até ela se tornar um homem ou uma mulher
Na porção da bruxa havia também a maldade
A maldade seria o pior castigo dos males
Que carregaríamos dentro de nós
E, assim
Esquecemos o amor puro que nascem em todos e permanecem ainda quando somos anjos
Tanto assim terá poder das palavras
será capacidade de machucar uns aos outros
Poucos terão a expressão do perdão
Ódio será  uma erva que vai ser plantada na vida
Não ficaremos felizes com pequenos detalhes, com pequenos ganhos, e nem tão pouco
simples gestos e o sorriso se perderia com os problemas
No meio da estrada da vida
Sempre desconfiamos das historias das carochinhas
O balanço não ia nós atrair mais como acontece quando somos crianças
Nem mesmo  balanço da vida
De dar e receber 
E muito menos um jardim com escorregador
Porquê teríamos medo de cair
E, assim
Não seríamos  mais capazes de abraçar e falar a palavra amor
Por vergonha de se apaixonar
E carinho será uma coisa rara e as vezes cara
No entanto, 
Eu ouvi falar que ia uma fada para acentuar a maldição
Deu uma chance a humanidade
Daria todas as princesas o poder de ser mãe,
Gerar um filho daria a chance ela
Reencontrar o amor sublime
Nos seus bastardos fora dos seus ventres
Seriam amados com a mesma intensidade
Esse amor tão nobre quanto um autocrata e absoluto seria uma arma para quebrar o feitiço
E as mães que não seriam de sangue teriam o poder de amar pelo coração
Que foi dado para sempre pela uma fada madrinha
a humanidade
O afeto mais verdadeiro a da maternidade.  
E dizem que o homem que conseguisse manter esse amor materno 
Teria para sempre alma de uma criança. 


autora: Isabel van Gurp






















Atlas

Vou cruzando meu caminho Em pontos Traçando meu mapa Em cada esquina Faço um conto E penso nas fadas Para sublinhar os desenco...